terça-feira, 26 de julho de 2011

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Posso sentir o cheiro da corrupção
gosto da intolerencia 
Ver a fome 
Tatear a paz 
E por isso ouço o que acusa
Mas nunca irá me calar.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Poeminha da Rotina I

Eu te amo
Eu não
Tudo Bem

Me afogo no copo de cachaça
Brigo com um casal de pombinho
Dormi na parada de onibus

Hoje quero me diverti
Vou queimar mendigo porque a dor me dar tesão
Olha aquele otario dormindo na parada
Vamos queimar?

Poeminha da Rotina II

Hoje eu acordei sonhando
Eu vivia onde todos se respeitava
todos se abraçavam e o casal de namorados era idolatrado
Eu acho que tenho parar de usar algumas drogas

Poeminha da Rotina III

Tapa na cara pra ver quem manda
Eu sou autoridade e falei esta falado
o crime eu vejo na cor de pele
e assim será enquanto eu estiver no poder

Revolta como o povo da quilomba
Se amontoa na favela e ainda é criticado
Porque você não sai do seu castelo e vem aqui?


terça-feira, 21 de junho de 2011

Brincadeiras de Daniel

Não me chamo Daniel por que não tenho o mel
Mas na guerra de rima não vale xingar nem a prima
Queria participar se não os incomodar
Se Castro por nome me concede por Bonates vou brincar

Numa troca de bonaparte tirou a melhor parte e Bona não pode ficar
Numa transa perfeita que seria arte ia colocar Bonartes
Mas que pela leveza se colocou Bonates

E agora que bonates já brinquei com a castidade
toda vou brincar com Castro
Não querendo um irmão o pai Castro teve um filho Castro
Nâo que seja castro coisa que não é se vê pelo o seu mé

Desculpa se essa poesia foi feito por assalto
é que na maresia das letras que se perde a cada salto
a cada salto que dou nas teclada do teclado
Vou me despir me despedindo e assim já fico agradecido

A destreza da Sereia

Abro louca boca
Eu grito restrito grito
E canto no canto o lindo canto

Piro no suspiro ah! lambuzo no suspiro
Doce como você no calar do mar que não cala
Sereia empanada na areia 
Seduzindo no seu voltando no seu indo

Ouço um late que late com gosto de chocolate
E você sereia me disse que se chamava Clarisse
E blá blá venho a vontade de te beijar

E com a condutora e sedutora situação me disse não
e eu te disse, mas clarisse!
me mata de dor o que te sinto é amor
Não é passageira como golpe de capoeira e sim duro como aroeira
é mais doce que o doce de batata doce
é sabia como assobiar do sabiá
Carnal como a fome de canibal

Ela riu e acendeu o seu Dunhill
E com uma voz grossa me disse na proxima
Acabado sentei colado no seu lado 
E fiz o ultimo sofrido pedido

a boca louca se calou no respeito do beijo
E sem dor eu vi que era o amor não se sente dor
Se exalta na alta beleza do beijar
E sempre assim que vejo na areia a sereia irei amar

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Quem é você?

Quem sabe eu te digo te amo
Quem sabe você entende que sem você nada me faz sentido
Quem sabe você aprende o é que amor

Quem sabe você entende que beijo não é só beijo
Quem sabe você aprender que tem beijo que não é tudo 
Quem sabe você aprender que um olhar é o necessario para se apaixonar

Quem sabe você entenda que eu preciso te amar 
Quem sabe você entenda que amor é burro, cego e filho da puta
Quem sabe você ententa que NUNCA existe o principe encanto

Quem sabe você entenda que você entende ninguem e não o contrario
Quem sabe você entenda que te quero te fazer feliz
Quem sabe você entenda quem é você.. quem é você?