terça-feira, 12 de junho de 2012

Desabafo de um Universitario

Vamos começar o que já é tradicional
Vamos falar mal dos bicho grilos pseudointelectual
E não esquecer das santas catolica fãs do sexo anal

Vamos falar mal da cachorronas e as tiazonas
Encalhadas e rodadas...
Das Metidas e das nunca nesta vida

Não esquecer do maconheiros revolucionario
e tambem dos acefalos bombados
E dos descolados que quanto mais força amizade
Mais se atesta de otario

E não esquecer jamais do nosso queridinho
Filho da Inês nosso amigo serginho
Que tanta merda que ele fez
prefiro ficar caladinho.

domingo, 29 de abril de 2012

Poeminha do Cotiano VI


Me acabo em risada
Você ainda lembra disto?
Qu e nostalgia gostosa...
Porque você não joga esta lembrança na privada
Lembra disto é muito esquisito..

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ying Yang


Meu bem, meu amor, minha menina...
Meu calor, meu tédio erva daninha.
Minha paz e solução
Teu inferno e complicação

Minha carta e teu desabafo
Fortaleza meu peito de aço
És minha inspiração
Duvida erro e canção

Tua verdade e minha certeza
Culpa que transpareça
Porque não me esqueça?
Mas o que sinto por dentro
Você no pensamento

Se você é feliz
É o que para todos diz
Cabeça no travesseiro
Se revira avesso
Meu cheiro nos seus pelos
Ainda te traz medo

Não sei do fim
Te quero só para mim
Tenha algo em mente
Se para tu todos mente
Te amarei para sempre.

domingo, 22 de abril de 2012

Ondas alucinogénas

Onde está você agora?
Estou aqui morrendo de saudade
Seu sono cheira o meu nome

Meu passeio a praia lembra você...
E eu sei que foi como uma onda
E por isso acredito que vai aquela onda

Que farei a melhor manobra
E serei o mais perfeito surfista
E depois desta maresia
Terminarei esta poesia

E começo a verdadeira palavras
Sem lirismo sem nada
Conversar de forma direta

Por que nós complicamos?
Onde foi que erramos?
E agora na praia curtindo as ondas
eu me pergunto...
Onde esta você agora?

domingo, 18 de março de 2012

Poeminha da Rotina V

Rasga a minha cartas e diga que não me ama
Não quer meus carinhos, mas dorme na minha cama
Só que não estou bem com esta belíssima escama
Eu não sou feliz vivendo nesta lama
Na agilidade do telegrama
Me declaro todo o meu amor sem drama
E como resposta meu amor atrapalha sua fama.
Que fama?

sábado, 17 de março de 2012

Poeminha da Rotina IV

Se acaso um dia
Sua boca fosse minha
Seu olhar reacendaria
e por fim a poesia
seria uma mera maresia...
 

sábado, 21 de janeiro de 2012

A Espada e Lagrima II

Metralhando as palavras
Vou ser direto na parada
Basta de falsidade e lero lero
Por que ja esta tirando do serio

Chega de pseudopolitico
Chega de pseudoverdade
Chega de manipuladores 

Oh raposas sujas!
Oh! bando de  lobos na pele de ovelha
Oh! bando de revolucionarios de merda
Seus dias estão contados porque a verdade não vem pela metade

Acabou com seus discursos demagogicos
Com todos os seus artefatos tecnologicos
Criando eventos na redes lutando contra a corrupção
Achando que é esconde esconde brincadeira de policia e ladrão

Seus dias de crianças mimada estão pelo fim
Cagando uma ideologia fedorenta falsa
fazendo de suas familia uma desgraça
no frescor do perfume de jasmim

Enganando gente que luta 
Filhas, mãe e avô virando puta
E toda sua gangue
por um mundo melhor e pagando pelo sangue

e vocês seus ratos sujos
Usam eles como escudos
E quando chega no fim desta merreca
Estão tomando uisque  fumando charuto brincando de outros jogos de guerra

Oh! Classe Media sofredora
Quem poderá nos ajudar!
Será compartilhamento no facebook?
Será um tuitaço
Força da comunidade de orkut?
Tudo isso te faz um homem de aço?

Mais eu vou me calando porque é hora da novela
plim plim deste som todos conhecem e sabem que são
Mas o choro de fome e da mulher estrupada 
tapam ouvido e não sabem do que falam

Triste é essa hipocrita sociedade
Que chora da morte do cachorrinho
E acha normal que morra mais um menininho
E policial espacando o estudante mesmo ele falando a verdade

Nojento é este revolucionario da falsidade
Com seu discurso atestado de otario
Que para minha pessoa é coisa dos mané mocidade
Que vandalizam  no imaginario internet solitario.